Mineração de Bitcoin - inclui um site para maneiras de ...

/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

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Explicando o Bitcoin.

Explicar o Bitcoin para novos usuários não é uma tarefa fácil, há muitos erros sobre a moeda virtual até mesmo na mídia sobre bitcoins. Para contribuir com a difusão do conhecimento sobre esta tecnologia. Deixo este post.
Bitcoin
Bitcoin é um dinheiro eletrônico P2P baseado em criptografia de chave publica que permite pagamentos online serem feitos sem intermédio de nenhuma uma instituição financeira.
Criptografia
O bitcoin usa a criptografia de chave publica, os endereços bitcoins nada mais são do que o hash da chave publica a qual é derivada da chave privada. Somente quem tem a chave privada correspondente ao endereço bitcoin pode gastar o valor que está endereço.
Exemplo de Chave Privada em formato Hexadecimal:
a2d3c4a4ae6559e9f13f093cc6e32459c5249da723de810651b4b54373385e2 
Exemplo de Chave Privada em formato WIF (Wallet Import Format) ( Formato de Importação de Carteira)
5K7EWwEuJu9wPi4q7HmWQ7xgv8GxZ2KqkFbjYMGvTCXmY22oCbr 
Exemplo de Endereço correspondente a chave privada ( Não use este endereço e esta chave).
1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Endereços podem ser verificados em:
https://blockchain.info/address/<**endereço-bitcoin**> https://blockchain.info/address/1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Tanto o endereço quanto a chave privada podem serem transmitidos de forma ótpica usando código QR, o qual pode ser lido por smartphones e dispositivos móveis.
Para se ter segurança a chave privada deve ser o mais aleatória/ randômica o possível além de ser armazenada com criptografada e senha.
Carteiras
Como dito novamente uma carteira bitcoin não armazena bitcoins. A carteira é um software que cria e protege chaves privadas com criptográfia e senha e envia transações a rede bitcoin para transferir balanços de bitcoin do endereços que tem a chave privada. Há três tipos de software de carteira: A carteira local, a e-wallet (carteira hospedada em sites) e carteira bitcoin impressa em papel.
Carteiras Locais
Exemplos de carteira local são o bitcoind e sua inteface gráfica bitcoin-qt (que é o cliente original criado por Satoshi Nakamoto) cuja desvantagem é baixa todo o arquivo do blockchain que agora são mais de 20 GB. Outras carteiras são o Electrum (a qual não baixa todo blockchain). Existem também carteiras bitcoins para smartphones.
Carteiras E-Wallet
Apesar de os bitcoins (diga-se as chaves privadas) serem mais seguros de serem guardadas localmente e não ser preciso de nenhuma instituição financeira para realizar transações, as carteira online tem certas vantagems tais como:
Vantagens:
Desvantagens:
Carteira impressa, em Papel ( Paper Wallet)
Uma carteira de papel é somente a chave privada e o endereços impressos em papel com código QR ou impressos. A carteira de papel pode ser usada para vender se bitcoins em um caixa eletrônico por exemplo ou para um armazenamento mais seguro da chave privada.
Rede Bitcoin
Blockchain:
Todas transações são armazenadas no "blockchain" que é um banco de dados que armazena os endereços, balanços de cada "endereço" e o codigo das transações. Cada participante da rede armazena uma copia do arquivo blockchain que roda um client "full node" ou um cliente completo que baixa todo o arquivo blockchain.
Cada transação é transmitida para todos participantes da rede e armazenada em nos arquivos "blockchain" de cada cliente.
Mineiros: Computadores que rodam o software de mineração ou hardwares especiais que resolvem um problema matemático difícil que consome muita energia, processamento e memoria e a cada vez que resolvem o problema recebem como recompensa um balanço, quantidade de bitcoins pelo algoritmo. Os "Mineiros" criam bitcoins e validam transações.
Moedas: Não existem moedas "coins" na rede bitcoin, o que existe é um balanço quantidade bitcoins, um mero número associado a um "endereço". Esta quantidade de bitcoins é armazenada no blockchain, isto é, em toda a rede. Somente pode realizar transferências de bitcoins contidos em um endereço quem tem a chave privada associada a ele. Perde-se os bitcoins quando se perde a "chave privada".
Carteira/ Wallet
Existem dois tipos de carteiras E-Wallet (Carteiras Remotas) e carteiras locais. A carteira bitocoin local é um software ou que pode criar "chaves privadas", endereços bitcoins através da chave privada e trasnferir o balanço bitcoin contido no endereço.
Privacidade e Segurança
Privacidade
Segurança
Obtendo-se Bitcoins
Existem várias formas de se obter bitcoins:
Formas de Pagamento/ Recebimento em bitcoins:
Pagamento em Bitcoins.
  1. O vendedor fornece seu endereço bitcoin.
  2. O comprador que pagará usando bitcoin com sua "carteira" wallet e chave privada transfere os bitcoins de seu endereço para o endereço do vendedor. A carteira pode tanto rodar em computador, celular ou ser uma e-wallet.
  3. O vendedor espera de 5 a 7 confirmações.
Comprando-se Bitcoins
Método 1: Trocar Bitcoin diretamente por dinheiro
  1. O comprador de bitcoins fornece seu endereço bitcoin ao vendedor.
  2. O vendedor com sua "carteira" Wallet transfere os seus bitcoins para o endereço do comprador e recebe dinheiro em troca.
  3. O comprador verifica se houveram confirmações da transação e checa seu balanço.
Método 2: Comprar chave privada 1. O comprador de bitcoins compra uma chave privada impressa em papel ou formato digital com a chave privada, o endereço e quantidade que estar a comprar.
  1. O comprador verifica o balanço do endereço e transfere com a chave privada dada para algum endereço seu associado a outra chave que tenha criado.
  2. Este método é mais usado com caixas eletrônicos, a chave privada pode vir impressa em bilhete em formato alfa-númerico e com código QR.
Desafios
Sumário:
- Dinheiro Digital - Descentralizado - Banco Virtual ( Você pode ser seu próprio banco) - Rede de pagamentos - Anti Inflacionário, finito de modo a emular o "ouro" - Não pode ser confiscado - Não pode ser apreendido pelo governo - Baseado em criptográfia 
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**A moeda vitual Bitcoin quebra a marca dos mil dólares**

O valor de um único bitcoin ultrapassou US$ 1.000 (£ 613), pela primeira vez, de acordo com MtGox, um dos principais mercados da moeda virtual.
Valor do Bitcoin tem aumentado rapidamente desde uma audiência do comitê do Senado dos EUA, no início deste mês.
A confiança cresceu após a comissão ter descrito as moedas virtuais como um "serviço financeiro legítimo".
O Bitcoin se tornou popular em parte devido ao fato de ser difícil de rastrear transações.
A moeda está muitas vezes ligada à atividade ilegal online.
Os clientes que utilizam a Rota da Seda - um site de venda de drogas ilegais que foi fechado no mês passado – teriam pago por bens usando Bitcoin.
Muitos tiveram medo de que a repressão faria com que o valor despencasse, mas a crescente confiança de que as autoridades reguladoras não buscariam proibir a moeda iminentemente permitiu ver seu preço subir.
Os entusiastas dizem que é uma forma altamente eficiente de lidar com transferências monetárias globais.
"Tem sido incrível assistir o Bitcoin ir de zero a U$ 1.000 em apenas cinco anos", disse Mike Hearn, um desenvolvedor Bitcoin.
"É fácil esquecer que o verdadeiro valor do Bitcoin não está em uma taxa de câmbio arbitrária, mas em sua capacidade de permitir novas aplicações e serviços que não são possíveis com redes de pagamento de hoje."
Audiência no Senado
A audiência do Senado dos EUA no início deste mês foi motivada pelo fim da Rota da Seda.
Representantes do Departamento de Justiça e da Comissão Bancária de Títulos e Câmbios foram convidados a apresentar as suas opiniões sobre as moedas virtuais para o comitê, e vem sido recebidas cartas de reconhecimento do FBI e do Banco Central dos EUA.
"Moedas virtuais, talvez mais notavelmente o Bitcoin, tem capturado a imaginação de alguns, colocado medo em outros, e confundiu o resto de nós pra danar", disse o presidente do comitê, senador Thomas Carper, no discurso de abertura.
O FBI, em uma carta ao comitê, disse reconhecer que as moedas virtuais têm oferecido "serviços financeiros legítimos", mas que poderiam ser "exploradas por usuários mal-intencionados".
Mythili Raman, o chefe da Divisão Criminal do Departamento de Justiça, disse à comissão: "Temos visto aumento do uso de tais moedas por traficantes de drogas, traficantes de pornografia infantil, e autores de esquemas de fraude em grande escala".
Mas o Bitcoin, lentamente, começa a ser usado para outros fins mais legítimos.
Em outubro foi aberto o primeiro caixa eletrônico Bitcoin em Vancouver, Canadá - a máquina permite aos usuários trocar bitcoins por dinheiro e vice-versa.
Embora um bitcoin inteiro possa valer mil dólares, é possível pagar por bens usando frações de bitcoins.
Por exemplo, o site pizzaforcoins.com oferece duas pizzas por 0,02160 bitcoins.
Flutuações Selvagens
O valor do Bitcoin tem flutuado ao longo do último ano. Em janeiro, ele foi negociado a cerca de U$ 20.
Em abril, uma venda em massa provocou a queda do valor de um bitcoin de 260 dólares para 130 dólares em apenas algumas horas. O mercado MtGox disse que havia feito um grande esforço para lidar com um entrada repentina e "bastante surpreendente" de novos usuários.
A moeda virtual também foi rapidamente adotado na China, onde um mercado - o BTC China - é dito ser o mais ativo no mundo.
Uso de Bitcoin na China tem sido atribuído ao fato de ser uma forma eficaz de conseguir dinheiro de forma confiável fora do país.
Vários mercados de Bitcoin foram criados em todo o mundo, com o MtGox sendo o mais proeminente.
Normalmente, cada mercado vai mostrar um valor diferente - isto é devido à dificuldade em trocar bitcoins por moeda real, um processo que pode exigir a transferência de fundos através de vários bancos em diferentes países. Cada banco provavelmente iria cobrar uma taxa para essas transações.
A volatilidade do Bitcoin tem feito com que alguns não se refiram a ele como uma "moeda" de verdade, mas, em vez disso o vêem como um estoque ou mercadoria.
Como o Bitcoin Funciona
Bitcoin é muitas vezes referido como um novo tipo de moeda.
Mas pode ser melhor pensar em suas unidades como sendo fichas virtuais em vez de moedas ou notas físicas. No entanto, como toda moeda, seu valor é determinado pela quantidade de pessoas que estão dispostas a trocá-la.
Para processar transações de Bitcoin, um procedimento chamado de "mineração" deve ocorrer, o que envolve um computador resolvendo um problema matemático difícil com uma solução de 64 dígitos.
Para cada problema resolvido, um bloco de bitcoins é processado. Além disso, o minerador é recompensado com novos bitcoins .
Isto fornece um incentivo para as pessoas fornecerem poder de processamento de seus computadores para resolver os problemas.
Para compensar o crescente poder de processamento dos computadores, a dificuldade dos quebra-cabeças é ajustada para garantir um fluxo constante de cerca de 3.600 novos bitcoins por dia.
Existem atualmente cerca de 11 milhões de bitcoins.
Para receber um bitcoin um usuário deve ter um endereço Bitcoin - uma série de 27-34 letras e números - que atua como uma espécie de caixa de correio virtual para o qual os bitcoins são enviados.
Como não há registro desses endereços, as pessoas podem usá-los para proteger seu anonimato ao fazer uma transação.
Esses endereços são por sua vez armazenados em carteiras Bitcoin que são usados para gerenciar as reservas de bitcoins.
Eles funcionam como contas bancárias de gestão privada - com a ressalva de que, se os dados são perdidos, os bitcoins também o são.
Análise de Rory Cellan-Jones, correspondente de tecnologia
Tem sido um ano extraordinário para a moeda, o que atrai discípulos e odiadores em quantidades semelhantes.
Em janeiro, quando apenas uma banda dedicada de libertários e uber -geeks sabia mais sobre ele, um bitcoin valia menos de US $ 20 - mas quando as pessoas começaram a escrever sobre suas vantagens , o valor aumentou.
Então, em outubro, quando o FBI fechou a Rota da Seda - o mercado de drogas on-line onde Bitcoin foi o principal meio de troca -, e ele caiu em mais de 20% em poucas horas.
Mas na semana passada foi dado o selo de respeitabilidade quando uma audiência do Senado dos EUA ouviu depoimentos brilhantes sobre o seu potencial, com funcionários da administração do presidente Barack Obama, comparando os seus méritos com os da internet.
Existe agora um crescente conhecimento e interesse no Bitcoin entre os funcionários responsáveis pela aplicação da lei, entidades reguladoras e economistas. E, embora ainda haja muito ceticismo sobre a sua segurança, a ideia de uma moeda virtual para a internet criou raízes.
Mas os investidores devem ficar atentos - qualquer um que entrar na onda pode ter garantido um crescimento instável.
Original em: http://www.bbc.co.uk/news/technology-25120731
Traduzido por Sarah Alexandre
submitted by sa_rah to BrasilBitcoin [link] [comments]

O QUE VEM DEPOIS DO BITCOIN?

O bitcoin parece estar em toda parte. Programas de TV aberta, revistas de economia, amigos no Facebook e até outdoors em avenidas “falam” dele (nesse último caso, numa campanha de entusiastas, em São Francisco, nos Estados Unidos). A cotação da moeda virtual decolou de menos de US$ 1, em 2009, para quase US$ 1 mil, nas últimas semanas. O BTC – esse é o código comercial – já serve para comprar quase tudo, de sanduíches orgânicos a viagens ao espaço. Seja ele o dinheiro do futuro ou uma nova bolha especulativa, uma coisa parece certa: a porta que foi aberta, pela qual o mundo enxergou uma forma mais flexível de fazer transações online, não se fechará mais. Um batalhão de novas moedas digitais e tecnologias promissoras já aproveita o embalo para avançar rumo a essa prometida nova ordem monetária.
O bitcoin mostrou que é possível existir uma moeda descentralizada, não regulada por governos ou bancos centrais. O mérito de seu criador, uma figura desconhecida que usava o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi formular um elegante preceito matemático que garante a segurança do sistema. Funciona assim: cada transação é validada por um grande número de computadores de usuários (os mineradores) pelo mundo, de forma que ninguém tenha capacidade de processamento maior que essa rede (para evitar operações fraudulentas). Como recompensa, esses usuários recebem novos bitcoins, que serão criados até o limite de 21 milhões de unidades, por volta do ano de 2140. Além disso, todas as transações ficam registradas numa espécie de lista pública.
Entusiastas afirmam que a grande contribuição do BTC foi cultural. Ele uniu uma vasta rede de pessoas interconectadas por uma causa que agora parece ser o futuro inevitável: usar a internet para enviar dinheiro, com menos taxas e burocracia. Se olharmos em perspectiva, ainda que exista essa profusão de seguidores, o bitcoin é coisa de nicho. Para se tornar um novo dólar ou euro, há alguns empecilhos. Primeiro, é difícil de usar. Mandar e receber moedas significa ter de lidar com conceitos como blockchain e public ledger, além de chaves necessárias para cada transação, coisas como 17EC4TXZRzr4UbmrkMc7gUEuCtn73xhTeN.
Também existem questões como a alta volatilidade, a suspeita de que milhares de chineses andam especulando com a moeda e, principalmente, os problemas de uso criminoso do dinheiro virtual. O caso mais notório envolveu o Silk Road, um supermercado online de drogas e armas fechado em 2013, no qual o BTC – por permitir anonimato – era a moeda corrente.
Por todos esses problemas, o bitcoin pode vir a confirmar uma conhecida tese sobre produtos de sucesso: o pioneiro raramente se torna o líder do mercado. Google, Facebook, Apple e outras empresas vencedoras não inventaram seus produtos – já existiam buscadores, redes sociais e computadores antes. Assim como a Coca não inventou o refrigerante e o McDonald’s não foi a primeira lanchonete a vender hambúrgueres. (Cabe a observação: o bitcoin não foi a primeira moeda digital, mas criou os conceitos que agora são usados por todas as outras, por isso é vista como pioneira.)
Como era previsível, várias candidatas já estão no jogo para tentar ser a Apple ou o Facebook dessa teoria. Receberam até um nome na comunidade dos internautas: criptomoedas 2.0 (veja o quadro abaixo). Ainda que nenhuma possa ser declarada vencedora, cada uma expande a seu modo os caminhos para o futuro do dinheiro. “As moedas digitais marcam uma mudança significativa no sistema financeiro, porque são capazes de prover uma cadeia de troca de valores descentralizada”, diz David Furlonger, vice-presidente da consultoria Gartner Group e uma das maiores autoridades em futuro das finanças. “Mas, no momento, nenhuma delas é mais relevante que as outras. O hype em torno do bitcoin é apenas isso: hype.”
http://s2.glbimg.com/fIw5bBIj3hFN-RIFMxrKCa_WvC0=/top/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/04/bitcoin-02.jpg
Na última contagem do site coinmarketcap.com existiam cem moedas digitais, com nomes como quark, mastercoin ou devcoin. Juntas, somam por volta de US$ 10 bilhões em circulação. Quase todas são versões modificadas do bitcoin. A maioria também usa a mineração digital. Entre as que se destacam está o litecoin (ou LTC). Sua contribuição: pode ser minerada por computadores comuns, enquanto o bitcoin acabou restrito a donos de supermáquinas – o que pode criar distorções no futuro. Assim, o tempo para uma transação ser confirmada cai de dez minutos (no BTC) para dois e meio (no LTC), em média.
“Essa segunda geração tem moedas lançadas por companhias bem financiadas e com fundadores experientes, inclusive alguns que participaram da história do bitcoin. O dinheiro graúdo chegou à nossa área, permitindo que mais camadas de segurança e inovação sejam adicionadas”, diz Chris Larsen, CEO do Ripple Labs, que cunhou a moeda digital ripple.
O ripple também tem se destacado. Já é a segunda maior em volume circulante (juntas, ela e o BTC formam quase 90% dos US$ 10 bilhões virtuais). Recebeu aportes de investidores badalados do Vale do Silício, como o Google Ventures, o Founder’s Fund e o Andreessen Horowitz. O ripple, na verdade, são duas coisas. É uma moeda baseada em matemática (como o bitcoin), cujo símbolo é XRP. Mas também é um novo protocolo financeiro para a internet. Para entender, vale uma comparação entre dinheiro e e-mails. São os protocolos de e-mail que permitem que um usuário do Hotmail, por exemplo, mande mensagens para um do Gmail, de graça e instantaneamente. O ripple quer fazer isso entre moedas e bancos.
Quem cria uma “carteira ripple” pode mandar, por exemplo, US$ 1 mil para uma sobrinha na Austrália com razoável facilidade – e com taxas na faixa de 0,5%. Mas também pode mandar ouro, milhas aéreas, café e qualquer coisa que tenha um valor acordado. Inclusive bitcoins. “Dá para fazer pelo próprio banco, até sem saber que por trás da operação estará o protocolo”, diz Larsen. “Antes do bitcoin, ninguém achava que era possível fazer transações pela internet sem um operador central. Agora o mundo sabe como fazer isso. Mas estamos apenas na pré-história dessa evolução”, afirma. No momento, o protocolo já opera mais de 50 moedas e existem 65 mil contas criadas – número que, segundo Larsen, cresce 7% por semana.
Assim como o ripple, outra moeda, chamada next (símbolo: NXT), traz uma inovação importante: ela permite que você adicione novas funcionalidades aos protocolos. Por exemplo, criar contratos. Eles podem servir para executar pagamentos de um serviço, ou fazer operações parecidas com um “débito automático”, mas para a transferência de valores. Como são plataformas de código aberto, permitem que qualquer contrato seja criado, dependendo só da habilidade do programador.
http://s2.glbimg.com/x3wY_Vb1vq6T58liOfaY-ADxLWY=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/04/bitcoin-03.jpg
Para mandar dinheiro entre pessoas, protocolos como os do ripple ou do next encontram ordens de compra e venda – como no sistema financeiro – e acham um caminho para mandar o dinheiro. Por exemplo: podem usar ordens de venda de reais e compra de XRPs no Brasil, depois outras de venda de XRPs e compra de dólares na Austrália. “Ele acha o caminho mais ‘barato’ para o usuário, não importa quais moedas serão usadas”, diz Rafael Olaio, fundador da Rippex, a primeira casa de câmbio de ripple do Brasil, prevista para entrar no ar este mês. A ideia de usar moedas digitais para triangular moedas convencionais e permitir o envio de euros ou dólares para outros países, ao que parece, será uma das principais heranças do bitcoin.
Outra moeda virtual que aparece entre as mais usadas é o dogecoin, cujo símbolo é um cachorrinho. Assim como o litecoin, é uma filha direta do bitcoin. Mas avança numa direção crucial: sair da obscuridade. Ela é negociada numa casa de câmbio – chamada Cryptsy – regulada pelo Departamento do Tesouro dos EUA. “No caso do ripple no Brasil, para abrir uma conta vai ser preciso mandar RG, CPF e comprovante de filiação. Quero me preparar para quando a regulamentação chegar”, diz Olaio.
A regulação, a propósito, é um aguardado capítulo do futuro das moedas virtuais. Ainda que não dependam de governos para nascer, os legisladores podem banir ou restringir seu uso num país. “No Brasil, ainda não há discussão regulatória consistente sobre o tema”, diz o advogado Marcelo Godke Veiga, que acompanha a questão. “O Banco Central sequer definiu se essas moedas serão consideradas moedas. Nos EUA, já existe a decisão de um tribunal de que o bitcoin ‘pode ser entendido’ como moeda.”
A aceitação dos bancos será outro momento crítico. “Tenho falado com bancos de diferentes países e eles estão mudando a postura: de ‘avaliando’ para ‘considerando integrar com o sistema’”, afirma Larsen. “Os bancos ainda tentam proteger suas formas tradicionais de mandar e receber dinheiro. Mas terão de se adaptar. No futuro, acredito que eles serão um misto de empresa de tecnologia e de marketing”, diz Furlonger. A Febraban, que representa os bancos no Brasil, não quis falar sobre o tema.
Alheias aos bancos, milhares de pessoas usam os dinheiros formados por zeros e uns. Qual será dominante? Talvez nem seja essa a questão. “A grande contribuição dessas moedas é mostrar o potencial da internet para a troca de valores, ainda que se usem as moedas ‘antigas’. Ninguém deve ser forçado a adotar uma nova moeda, nem acho que isso possa acontecer. A ideia importante é usar a internet para trocar valores”, diz Larsen. “O que a ascensão do bitcoin deixou claro é que as pessoas querem mais flexibilidade para mandar e receber dinheiro”, afirma Furlonger. Mesmo se não for a moeda do futuro, o bitcoin pode ter definido o futuro das moedas.
FONTE EPOCA NEGOCIOS
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